O tempo é como uma corda de nylon,
Apoiando-se em dois pontos,
O início e o fim,
Produz música ou ruído
Consoante a perícia dos dedos que a tocam
Muito frouxa esbate-se
Muito esticada fere
E somente na dose certa
É que faz realmente sentido
Fala-se muito de liderança! Mas o que é ser um Líder? Há quem diga que é ser proactivo. Ou reservado, como que ocultando o seu verdadeiro potencial. Há quem diga que é pela força interior, o que quer que isso seja. Ou pela franqueza de assumir as próprias fragilidades. Há quem diga que é pela assertividade. Ou pela flexibilidade de comportamento. Após alguma refexão, para mim ficou claro. Para ser líder não é preciso nada, apenas dar o exemplo.
A cultura são os costumes que os nossos antepassados tinham e que chegam até nós moldando a nossa percepção do mundo. Conversar sobre a morte é um assunto frágil para algumas pessoas. Porém, não deveria ser. O nascimento e a morte são interdependentes. De forma realista no seu livro “Viva Mais e Melhor”, o filósofo DeRose alerta-nos: “É lei da Natureza. Tudo o que já viveu já morreu ou vai morrer. Só nos resta aceitar graciosamente a realidade.” Este ponto é óbvio! Ou devo dizer, intelectualmente é totalmente compreendido e aceite. Em uma visão estatística e real, o final de tudo, pode ser enquanto está a ler estas palavras. Nada inédito! Ou na melhor das hipóteses, daqui a 20, 30 ou 40 anos. Em 100 anos todos os bilhões de pessoas do planeta estarão mortas. Olhe à sua volta, todas as pessoas, de todas as cidades e locais terão morrido. A razão para reforçar esta circunstância é porque intelectualmente ela é óbvia. Porém, é raro que seja...
A expressão Executivos de Alta Competição ocorreu-me há 10 anos, enquanto percebia os desafios de alguns alunos que se debatiam por uma qualidade de vida boa. A única coisa que os diferenciava dos Atletas de Alta Competição era a atividade, que em vez de ser desportiva, era em advocacia, gestão, engenharia, etc. Mas, cujo nível de exigência em nada ficava a perder para estes. Quando observamos um executivo que tenha brio e seja perfeccionista, a quantidade de esforço a que ele está sujeito é em muitos casos extrema, pela quantidade de informação que tem de processar gerada pelos imensos estímulos a que está sujeito. Por isso, tem de ter uma boa capacidade de concentração, indispensável para realizar as várias tarefas com qualidade e genialidade. E conseguir fazer uma gestão da dispersão gerada pelos múltiplos papéis que desempenha na sociedade sem perder o foco nos seus próprios objetivos. O mundo V.U.C.A. (volátil, incerto, caótico e ambíguo) como foi apelidado no Fórum Económico Mund...
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